5. Fotos

Intervenção dos palhaços Comendador e Bonito junto aos pacientes e funcionários do Institudo A Casa, São Paulo, 2008. (fotos: Juliana Dorneles)

 

 

Intervenção dos palhaços Comendador e Galante junto aos pacientes do Sanatório João Evangelista, São Paulo, 2006.


 


 

3 Respostas to “5. Fotos”

  1. Novas fotos « Os Fantásticos Frenéticos Says:

    […] Agora você pode ver essa e outras fotos dos Fantásticos Frenéticos em ação, realizadas recentemente por Juliana Dorneles, no Instituto A Casa. Basta clicar AQUI. […]

  2. Lu Lopes Says:

    Compadres e Comadres Fantásticos Frenéticos…

    Ao ler a declaração da comissão do Fomento, recordei dos inúmeros atos artísticos que vivenciei durante os 15 anos de ofício como palhaça em hospitais, no presídio feminino do Carandiru, em escolas públicas e particulares, em teatros com recursos requintados e teatros sem recurso algum, em empresas para altos executivos e funcionários de todos os escalões, em lugares públicos e em lugares privados, enfim em lugares onde a presença da arte e da palhaçaria são prováveis ou não. Todas elas têm um ponto em comum: o encontro entre as pessoas e as variantes relações.
    Pensei: É por este motivo que aprimoro meu ofício de palhaço. Isto me interessa.
    Inclusive recordei da minha vivência com vocês num hospital psiquiátrico onde com nossa intervenção artística transformamos o espaço. Naquele momento vários pacientes puderam experimentar a exposição sem que a ação fosse previamente imposta e passível de expectativas de ambas as partes. Pelo contrário.
    Nosso encontro aconteceu por meio da técnica do exercício artístico. Conseguimos acessar o grupo e provocá-los a experimentar fazer o mesmo sem que aquilo fosse mais uma imposição terapêutica.
    Não era isso que estávamos fazendo lá.
    Estávamos escutando o que eles tinham a nos dizer e provocando-os a nos dizer algo por meio da comicidade, da música, das estruturas poéticas presentes no nosso trabalho que não eram acadêmicas ou teóricas no momento.
    Nós estávamos ali em ação com a força da palhaçaria e com tudo que este arquétipo representa na história da humanidade.
    Estávamos desenvolvendo artisticamente como construir um trabalho de conexão entre nossa obra e este público peculiar, excluso de alimento artístico. Como construir uma dramaturgia por meio do improviso teatral e de técnicas clássicas da palhaçaria. E como esta potência artística que é o palhaço pode intervir sem se explicar, existindo por meio da interatividade.
    A configuração de artistas, impecavelmente arquitetada por vocês, era de palhaços profissionais e experientes no caminho da conexão humana.
    Com a potência artística afinada entre nós, instauramos um ambiente sensível.
    Nós construímos, por meio de muita técnica, um espaço de comunicação para fazê-los acessar a lucidez… Que talvez seja o elemento essencial que os fez enlouquecer!?!
    O trabalho que vocês estão construindo dá a eles instrumentos para que eles possam dar suporte e vazão a própria salubridade e não continuem suportando a dor da loucura só com drogas e posturas acadêmicas.
    Volto então ao comentário da comissão do Fomento…
    Fiquei me perguntando se as comissões que formatam as condições que avaliam uma fomentação poderiam encafifar em encontrar uma estratégia onde os indicadores de avaliação fossem peculiares à natureza de cada projeto. E se preocupassem com questões como os valores e o rumo que as pesquisas e experimentações resolvem tomar.
    Assim como nós artistas encafifamos o tempo todo. Talvez formatar regras e padrões deva estar sempre em alinhamento com a vulnerabilidade da criação em função de um foco.
    Porque unir a vivência de um artista com o público independe de quem é o público e de como se dá esta união…Contanto que haja encontro e união.
    Pensar na arte da palhaçaria como alta tecnologia humana é um ato revolucionário e nos dias de hoje me parece uma ação salubre e a frente de seu tempo.
    Ao contrário de querer adequar a ação de movimentos artísticos, que experimentam focos pouco investigados, poderiam compartilhar as visões e desapegar de procedimentos que fortalecem a manutenção de padrões que pouco se arriscam e ficam a mercê de protocolos.
    Estar apto a ser fomentado não pode ter haver com adequações padronizadas, mas ao contrário disto investir em olhares que venham até a beleza das inadequações.
    Vocês são fantásticos por manterem-se frenéticos a adequação.
    Com patrocínio de valor e amor…Lu Lopes

  3. Jéssica Paixão Says:

    ueh?!
    cade as fotos que eu mandei pra vcs???
    tão lindas…
    postem aqui pras pessoas verem…

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